Após a nova onda de ataques russos contra a Ucrânia, o arcebispo-mor de Kiev dirigiu um apelo às pessoas do mundo inteiro, pedindo que condem o ataque contra o hospital e façam tudo o que estiver ao seu alcance para “parar e punir a mão do assassino implacável”. A diretora geral do UNICEF recordou que os hospitais “deveriam ser refúgios seguros”, com proteção especial segundo o direito internacional.