Para Lyudmyla, psicoterapeuta de Kiev, “a terapia, antes de tudo, é um encontro humano: uma pessoa encontra outra no luto e no sofrimento”. Por sua vez, Yuliya, que vive e trabalha em Roma, confessa: “Posso dizer que o voluntariado me salvou”. Ambas as mulheres são unidas pela amizade e pelo desejo de ajudar quem precisa, sem esquecer de si mesmas.

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