O franciscano está no país do Oriente Médio desde o início do conflito, sempre a serviço dos pobres e vulneráveis. Sequestrado por milicianos em 2014, ele permaneceu sozinho, junto com um coirmão, para assistir espiritual e materialmente os cristãos na região de Idlib. Nos últimos dias, ele foi homenageado pelo Papa Francisco: “O prêmio é um vislumbre de esperança para o meu povo”.

Leia tudo

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *