Já lá vão 30 anos que aconteceu o indizível: o tremendo genocídio que, em três meses, ceifou a vida de um milhão de pessoas. Hoje, o povo se define ruandês. Na altura, eram twas, tutsis e hutus. Foram sobretudo os tutsis, os que pagaram esse alto preço. A literatura recorda isso. E os Memoriais também. Quem os visita não fica indiferente, como é o caso do Embaixador jubilado, Manuel Amante. Com ele e com o editor, Filinto Elísio, evocamos esse triste evento, para que não volte a acontecer.