A imagem da Igreja que surge do Concílio é profundamente marcada pela ministerialidade, isto é, pela articulação em “ministérios”, serviços permanentemente prestados à comunidade, não reservados a poucos membros, mas distribuídos com variedade e amplitude. Os fiéis são chamados a participar ativamente na vida e na missão da Igreja, na riqueza e na diversidade dos dons concedidos pelo Espírito Santo. Ao lado do sacerdócio ministerial ou hierárquico, redescobre-se e valoriza-se o sacerdócio comum.