Dom Edwin destaca “a ampla e pronta solidariedade e proximidade recebida das comunidades muçulmanas locais. Até os socorristas, que transportaram os feridos para o hospital, e os próprios médicos, todos pessoas de fé muçulmana, deram-nos ajuda concreta e dedicaram-se aos feridos. Outros apoiam as famílias das vítimas. Estes gestos dão-nos esperança e dizem-nos que esta violência brutal e sem sentido não terá a última palavra, não será capaz de demolir as boas obras construídas ao longo” dos anos