Como afirma o Conselho Nacional de Igrejas nas Filipinas (NCCP), o “red-tagging” ocorre independentemente de crenças ou afiliações políticas e é “um incitamento à repressão e perseguição contra aqueles que criticam o governo”. Organizações da sociedade civil, missionários e membros da igreja enfrentaram ameaças e prisões sob a acusação de “encobrir grupos terroristas comunistas locais”.