Em seu discurso, Francisco lembrou que no país sul-sudanês “perdura a maior crise de refugiados do continente, pelo menos com quatro milhões de filhos desta terra deslocados, com a insegurança alimentar e desnutrição que afetam dois terços da população”. Se às mulheres forem “concedidas as justas oportunidades, elas, com a sua laboriosidade e destreza para guardar a vida, terão a capacidade de mudar a fisionomia do Sudão do Sul, de lhe dar um desenvolvimento sereno e coeso”.

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